12 de jun. de 2010

Capitulo I - Uma nova saga começa


A Praga - Parte I



Narrador: Orion

Jogadores: Emerson, Tanauã, Fernando, Natália, Billy Julhana



"Bom, esssa é uma missão muito simples, trata-se apenas de uma escolta até uma vila próxima daqui, não há o que dar errado! - essas foram as palavras do comandante da guarda da pacata cidade de Eagledoria ao enviar uma pequena tropa para auxiliar um mercador local em um importante comercio com o povoado vizinho... mas havia um tom de insegurança em suas palavras... insegurança originada em um nome: Rufus Dankil "

Esta jornada começa em Eaglodoria, uma cidade de medio porte, com seu comércio de valores significativos e um breve transito de aventureiros em busca de novas terras e riquezas a explorar. Mas como todas as cidades ao redor, o vilarejo havia sido tomado por uma praga que fez com que os rios secassem, as plantações morressem e a fome e doenças se proliferassem de forma nunca antes vista. Uma crise social e financeira estava cada vez mais proxima e o velho mercador local Thompson Thompson preparou sua caravana para fazer seu comercio nas redondezas. Junto a ele, um jovem rapaz humano de trajes de viajante tentava pegar uma carona com o velho, muito sorridente e bem apessoado o rapaz carregava consigo um "ar" de mistério que perceptível aos olhos mais experientes, logo entregava suas habilidades incomuns com a magia.


Próximo dali, na guarda da cidade, o comandande passava as ultimas orientações para um pequeno grupo de soldados cujo dia jamais seria esquecido. Estavam eles recebendo uma missão de escolta. "É uma missão simples, não há o que dar errado!" enfatizava o comandante ao olhar para um de seus guardas em especial. Guarda este que fora fadado a manter consigo a má fama de seu pai, um bravo guerreiro que ao cometer um erro lançou sobre si uma fama tão ruim quanto uma maldição (ao menos para um anão prestigiado como fora um dia). Rufus, o anão "troncudo", de barba comprida e cara de poucos amigos apenas fazia um sinal de positivo com a cabeça enquanto respodia "sim senhor!". O anão estava acostumado com esse olhar preconceituoso sobre ele e esta também não seria a ultima vez que isso iria ocorrer.


Caminhando entre as matas, um velho druida observou próximo as márgens do rio Eagle uma criatura incomum em sua floresta. Estava atirado e inconsciente mas mesmo assim, o homem de tamanho acima do comum e musculatura definida como a dos mais fortes guerreiros mantinha firme em suas mãos o seu único pertence: a maior espada que o velho já havia visto. O druida resolveu então acorda-lo e em um movimento rapido, o homem furioso e muito confuso colocou-se em pé pronto para a batalha. Logo trocaram algumas palavras e o homem, Gaius era seu nome, entendeu que estava muito longe de casa e que o velho druida não era seu inimigo e por indicação do velho, seguiu o caminho para a cidade mais proxima dali.


"Então Vincent, pegou todas suas coisas? já esta na hora de pertirmos" - disse o velho Thompson se dirigindo ao o rapaz que o acompanharia nesta viajem, enquanto a pequena guarda que os acompanahria se aproximava. Tão logo o velho mercador fez seu comentario duvidoso sobre o valor do bravo Rufus, a caravana partiu em uma viajem curta que não deveria levar mais que poucos dias.


A viajem já seguia por horas até que Rufus montado em seu cavalo avistou ao longe um homem que seguia a estrada na mesma direção. Tomou então a frente do grupo e seguiu em direção ao estranho, pois este revelava-se armado a um boa distancia. O andarilho era Gaius, um bárbaro que em fuga havia se jogado ao rio e fora parar nessa estrada após ter sido acordado por um velho druida na floresta. O homem seguia na mesma direção que a caravana e então o velho mercador resolveu lhe dar uma carona em troca de serviços quando chegassem a cidade. De acordo, o bárbaro sentou-se ao lado de Vincent em uma bela carruagem de transporte de pessoal.

Seguiram por mais algumas horas ate a entrada do vilarejo que era formada por escassas plantações e pequenas casas de madeira. Despreocupados, o grupo foi emboscado por guerreiros interessados em saquear a caravana. Após um pequeno dialogo Rufus, que estava a frente na missão, decidiu que apenas a batalha resolveria aquela situação. O combate começou e os inimigos eram muitos para os poucos soldados da guarda. Percebendo a dificuldade do combate, Gaius, ainda se recuperando da fuga, sacou sua espada dividindo a carruagem pela metade e partiu para a batalha.


Muito sangue foi derramado nesta tentativa e mesmo com a ajuda da lâmina de Gaius e dos feitiços de Vincent a guarda teve suas perdas, sobrando apenas Rufus e um bravo elfo chamado Olfrey. Sobre os inimigos, nenhum sobreviveu... Gaius tentou recolher algumas moedas dos corpos derrotados, mas pouco havia (ironicamente eles haviam sido roubados por uma jovem enquanto estavam na vilarejo horas antes do combate).


Thompson cobrou de Gaius a carruagem e por não ter dinheiro, o barbaro teria de trabalhar para pagar o estrago. A caravana se recompos e continuou seu destino até o povoado que já estava próximo...







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